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sábado, 24 de setembro de 2011

VIII FENAFRA 2011

A VIII Feira Nacional da Agricultura Familiar e Reforma Agrária - FENAFRA, promovida pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), por meio da Secretaria da Agricultura Familiar (SAF) será realizada em Brasília de 30 de novembro a 04 de dezembro de 2011.
O Brasil Rural Contemporâneo – VIII Feira Nacional da Agricultura Familiar e da Reforma Agrária é realizada desde 2004. Em todas as edições, o objetivo da Feira foi de promoção, divulgação e comercialização dos produtos da agricultura Familiar e reforma agrária, público beneficiário do MDA. A soma do público visitante, das cinco edições ultrapassou 600 mil pessoas.
O público expositor é formado por agricultores familiares, pescadores artesanais, mulheres rurais, assentados da reforma agrária e do Crédito Fundiário, extrativistas, aquicultores, quilombolas e indígenas que atendam os requisitos de enquadramento como beneficiários do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) e que sejam proprietários de empreendimentos agroindustriais e de artesanato rural.
Durante a feira, os expositores têm a oportunidade de vender seus produtos e de realizar diversos negócios com comerciantes, varejistas, proprietários de supermercados, lojas de produtos naturais, restaurantes, hotéis e similares.
A cultura Guarani estará participando da Feira com dois empreendimentos: Chás e Temperos Magia das Plantas e Rede Solidária Popyguá Artesanato Guarani. No estande temático Praça dos Povos e Comunidades Tradicionais, os Chás e Temperos Magia das Plantas a representante será a Anacyr Marques dos Santos da aldeia Rio D'Areia em Inácio Martins.
No estande estadual de Artesanato representando a Rede Solidária Popyguá, estará Ananias Jexaka Veríssimo da aldeia Lebre em Nova Laranjeiras, comercializando o artesanato de três aldeias guaranis participantes da Rede.

por: Equipe Outro Olhar

Formação, Avaliação e Cultura

O seminário realizado entre os dias 13 e 15 de setembro como parte das atividades do projeto Gerando Melhoria de Qualidade de Vida, apoiado pela Shishu e pelo instituto Oi Futuro, envolveu as comunidades indígenas de Limeira e Pinhalzinho em várias atividades.
Pinhalzinho, além da capacitação sobre sistema agroflorestal, fez o plantio das espécies frutíferas exóticas no pomar comunitário; os adolescentes e jovens se dedicaram ao ensaio geral e ajustes finais na peça Sombras e Sonhos; o grupo Vida Feliz elaborou suas propostas, além de conversar e desenvolver atividades sobre a cultura kaingang. Limeira elaborou as propostas do grupo Renascer e da comunidade, conversou sobre lendas guaranis e preparou pratos tradicionais.
No dia 15, os grupos tiveram um momento de capacitação sobre o Método IFC, trabalharam em grupos e compartilharam suas realizações e os desafios pessoais quanto à temática, assim como, fizeram uma avaliação das ações do projeto, seus resultados e os desafios.
Um momento muito especial foi o almoço comunitário, a mesa estava posta com pratos tradicionais guaranis e kaingangs, duas etnias compartilhando e repartindo tradição e alimento. Os pratos guaranis foram: pixé, batata doce assada, bolo assado na cinza e palmito (de uma palmeira da região); os pratos kaingang foram: cumim (prato a base de mandioca brava), pixé e bolo assado na cinza. Todos saborosíssimos.
Nosso agradecimento aos grupos Vida Feliz e Renascer, à comunidade de Pinhalzinho e Limeira, aos parceiros: Prefeitura Municipal de Entre Rios, CRAS de Ipuaçu e a FUNAI Regional de Chapecó.
por: Equipe Outro Olhar

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Grupo Reencenando estreia peça Sombras e Sonhos

O grupo de teatro Reencenando, formado por jovens e adolescentes da comunidade indígena de Pinhalzinho estreou, no último dia 15 de setembro, a peça Sombras e Sonhos com grande sucesso.
A peça foi criada pelos próprios artistas durante várias oficinas orientadas pela equipe da Outro Olhar, relacionadas às atividades do projeto Gerando Melhoria de Qualidade de Vida apoiado pela Shishu e pelo instituto Oi Futuro.
A comunidade presente na estreia pode se encantar com as cenas da peça e a performance dos jovens artistas; pois, mais do que entreterimento, a peça traz a reflexão sobre os conflitos vividos pelos jovens da comunidade indígena de Pinhalzinho, assim como, a força, o brilho e a capacidade que cada um tem em superar seus limites e trilhar novos caminhos.
Parabéns ao Grupo!
por: Equipe Outro Olhar