Está acontecendo na Suécia até dia 19 de junho o Terra Madre Indígena. Em Jokkmokk, terra dos Sami, estão sendo discutidas questões associadas ao clima, ao alimento, ao saber tradicional indígena e à importância de salvaguardar a agrobiodiversidade na ótica da filosofia do Slow Food.
No evento estão presentes representantes indígenas da rede do Terra Madre provenientes de todo o mundo. E a Rede Solidária Popyguá está representada pela Juçara Elza Hennerich, diretora presidente da Outro Olhar, que auxiliou na fundação da Rede Solidária Popyguá e a apoia até hoje.
Juçara compartilha que "tudo que estou vendo aqui em Jokkmokk é uma experiência incrível, me faz ter certeza que somos apenas uma estrelinha na via láctea, mas também que toda estrelinha tem seu espaço e sua responsabilidade na luz do universo". A foto do Sol da Meia Noite foi tirada exatamente à 00:10h, "aqui não faz noite nesta época do ano, é incrível, confuso, inacreditável", diz Juçara.
Somos a Associação de Cooperação Técnica para o Desenvolvimento Humano - Outro Olhar, fundada em 2008, a partir da ideologia e determinação de diversos profissionais de várias áreas do conhecimento com vasta experiência em projetos ligados ao terceiro setor.
Bem Vindos ao nosso Espaço!
sábado, 18 de junho de 2011
sexta-feira, 13 de maio de 2011
Economia Solidária
Pense em um jeito de produzir, de vender, de consumir produtos, de oferecer e receber crédito, onde as pessoas não são movidas pela ganância, mas pelo desejo de que não haja ninguém excluído, de que todos possam viver bem.
Agora pense em uma outra economia, onde em vez de individualismo, há união; em vez de competição, há cooperação; em vez de indiferença, há solidariedade; onde, no lugar da devastação do meio ambiente, há o cuidado com a natureza; e no lugar do autoritarismo de chefes ou patrões, há democracia com todos decidindo juntos e compartilhando igualmente o que se ganha ou se perde.
Esta é a imagem que se projeta da Economia Solidária, que vem crescendo em nosso país e traz a promessa de um futuro mais justo e feliz para as novas gerações.
Princípios da Economia Solidária
Autogestão - os trabalhadores não estão mais subordinados a um patrão e tomam suas próprias decisões de forma coletiva e participativa.
Democracia - a Economia Solidária age como uma força de transformação estrutural das relações econômicas, democratizando-as, pois o trabalho não fica mais subordinado ao capital.
Centralidade do ser humano - as pessoas são o mais importante, não o lucro. A finalidade maior da atividade econômica é garantir a satisfação plena das necessidades de todos e todas.
Valorização da diversidade - reconhecimento do lugar fundamental da mulher e do feminino e a valorização da diversidade, sem discriminação de crença, cor ou opção sexual.
Justiça social - na produção, comercialização, consumo, financiamento e desenvolvimento tecnológico, com vistas à promoção do bem viver do coletivo.
Cuidado com o meio ambiente e responsabilidade com as gerações futuras - o desenvolvimento ecologicamente sustentável, socialmente justo e economicamente dinâmico, estimula a criação de elos entre os que produzem, os que financiam a produção, os que comercializam os produtos e os que consomem.
Agora pense em uma outra economia, onde em vez de individualismo, há união; em vez de competição, há cooperação; em vez de indiferença, há solidariedade; onde, no lugar da devastação do meio ambiente, há o cuidado com a natureza; e no lugar do autoritarismo de chefes ou patrões, há democracia com todos decidindo juntos e compartilhando igualmente o que se ganha ou se perde.
Esta é a imagem que se projeta da Economia Solidária, que vem crescendo em nosso país e traz a promessa de um futuro mais justo e feliz para as novas gerações.
Princípios da Economia Solidária
Autogestão - os trabalhadores não estão mais subordinados a um patrão e tomam suas próprias decisões de forma coletiva e participativa.
Democracia - a Economia Solidária age como uma força de transformação estrutural das relações econômicas, democratizando-as, pois o trabalho não fica mais subordinado ao capital.
Centralidade do ser humano - as pessoas são o mais importante, não o lucro. A finalidade maior da atividade econômica é garantir a satisfação plena das necessidades de todos e todas.
Valorização da diversidade - reconhecimento do lugar fundamental da mulher e do feminino e a valorização da diversidade, sem discriminação de crença, cor ou opção sexual.
Justiça social - na produção, comercialização, consumo, financiamento e desenvolvimento tecnológico, com vistas à promoção do bem viver do coletivo.
Cuidado com o meio ambiente e responsabilidade com as gerações futuras - o desenvolvimento ecologicamente sustentável, socialmente justo e economicamente dinâmico, estimula a criação de elos entre os que produzem, os que financiam a produção, os que comercializam os produtos e os que consomem.
Contribuição da associada Silmara Walendorff
Disponível em: http://www.adrianoventura.com.br/default.asp?noticia=575. Acessado em 11 de abril de 2011
quinta-feira, 5 de maio de 2011
Identidade
Na sociedade, entre as muitas coisas que estão diminuindo, acho que uma das mais importantes é a identidade.
Identidade significa entender quem somos, entender a história de onde viemos, isto é, entender as nossas origens. Entender que quando chegamos ao mundo, buscamos saber o que nos caracteriza e que nos diferencia um dos outros.
Eu sei quem sou quando entendo o que tenho de único e que me diferencia do outro.
Estas características são únicas, mas podem pertencer também a um grupo de pessoas, como por exemplo, as etnias.
Características que são as mesmas para o grupo, identifica quem o grupo é, sendo diferenciado pela sua cultura, pelos costumes e tradições específicos de cada etnia, permitindo desta forma a minha identificação e a diferenciação das demais. Dando um sentido de prevalência a algo que no fundo esta em mim.
A diversidade é grande riqueza e sem esta arrisco a me transformar em algo onde não identifico realmente o que sou.
Identidade significa entender quem somos, entender a história de onde viemos, isto é, entender as nossas origens. Entender que quando chegamos ao mundo, buscamos saber o que nos caracteriza e que nos diferencia um dos outros.
Eu sei quem sou quando entendo o que tenho de único e que me diferencia do outro.
Estas características são únicas, mas podem pertencer também a um grupo de pessoas, como por exemplo, as etnias.
Características que são as mesmas para o grupo, identifica quem o grupo é, sendo diferenciado pela sua cultura, pelos costumes e tradições específicos de cada etnia, permitindo desta forma a minha identificação e a diferenciação das demais. Dando um sentido de prevalência a algo que no fundo esta em mim.
A diversidade é grande riqueza e sem esta arrisco a me transformar em algo onde não identifico realmente o que sou.
Alessio Potrich
sexta-feira, 15 de abril de 2011
História do Dia do Índio
Comemoramos todos os anos, no dia 19 de Abril o Dia do Índio. Esta data comemorativa foi criada em 1943 pelo presidente Getúlio Vargas através do decreto lei número 5.540. Mas por que foi escolhido o 19 de abril?
Origem da data
Para entendermos a data, devemos voltar para 1940. Neste ano, foi realizado no México, o Primeiro Congresso Indigenista Interamericano. Além de contar com a participação de diversas autoridades governamentais dos países da América, vários líderes indígenas deste continente foram convidados para participarem das reuniões e decisões. Porém, os índios não compareceram nos primeiros dias do evento, pois estavam preocupados e temerosos. Este comportamento era compreensível, pois os índios há séculos estavam sendo perseguidos, agredidos e dizimados pelos 'homens brancos'.
No entanto, após algumas reuniões e reflexões, diversos líderes indígenas resolveram participar, após entenderem a importância daquele momento histórico. Esta participação ocorreu no dia 19 de abril, que depois foi escolhida, no continente americano, como o Dia do Índio.
Comemorações e importância da data
Neste dia do ano ocorrem vários eventos dedicados à valorização da cultura indígena. Nas escolas os alunos costumam fazer pesquisas sobre a cultura indígena, os museus fazem exposições e os municípios organizam festas comemorativas. Deve ser também um dia de reflexão sobre a importância da preservação dos povos indígenas, da manutenção de suas terras e respeito às suas manifestações culturais.
Devemos lembrar também que os índios já habitavam nosso país quando os portugueses aqui chegaram em 1500. Desde esta data, o que vimos foi o desrespeito e a diminuição das populações indígenas. Este processo ainda ocorre, pois com a mineração, extração de madeira e a exploração dos recursos naturais, muitos povos indígenas estão perdendo suas terras.
Origem da data
Para entendermos a data, devemos voltar para 1940. Neste ano, foi realizado no México, o Primeiro Congresso Indigenista Interamericano. Além de contar com a participação de diversas autoridades governamentais dos países da América, vários líderes indígenas deste continente foram convidados para participarem das reuniões e decisões. Porém, os índios não compareceram nos primeiros dias do evento, pois estavam preocupados e temerosos. Este comportamento era compreensível, pois os índios há séculos estavam sendo perseguidos, agredidos e dizimados pelos 'homens brancos'.
No entanto, após algumas reuniões e reflexões, diversos líderes indígenas resolveram participar, após entenderem a importância daquele momento histórico. Esta participação ocorreu no dia 19 de abril, que depois foi escolhida, no continente americano, como o Dia do Índio.
Comemorações e importância da data
Neste dia do ano ocorrem vários eventos dedicados à valorização da cultura indígena. Nas escolas os alunos costumam fazer pesquisas sobre a cultura indígena, os museus fazem exposições e os municípios organizam festas comemorativas. Deve ser também um dia de reflexão sobre a importância da preservação dos povos indígenas, da manutenção de suas terras e respeito às suas manifestações culturais.
Devemos lembrar também que os índios já habitavam nosso país quando os portugueses aqui chegaram em 1500. Desde esta data, o que vimos foi o desrespeito e a diminuição das populações indígenas. Este processo ainda ocorre, pois com a mineração, extração de madeira e a exploração dos recursos naturais, muitos povos indígenas estão perdendo suas terras.
Contribuição da associada Silmara Walendorff
Fonte: http://www.suapesquisa.com/datascomemorativas/dia_do_indio.htm. Acessado em 14 de abril de 2011.
terça-feira, 29 de março de 2011
Rede Solidária Popyguá define prioridades
Integrantes da Rede Solidária Popyguá se reuniram na aldeia de Limeira, no município de Entre Rios - SC, no dia 21 de março para a reunião trimestral. Participaram da reunião lideranças das aldeias de: Tekoha Añetete, Tekoha Ocoy, Lebre, Rio d'Areia, Kuaray Quatá Porã e Pindoty, além da comunidade de Limeira, junto com suas lideranças.
Cada representante das aldeias presentes fez um relato da situação das suas comunidades, em um importante momento de troca de informações, de compartilhar experiências, dificuldades e superações.
Cada aldeia, através de seus representantes fez também uma avaliação das atividades e indicou as prioridades para projetos.
Outro encaminhamento importante foi a decisão de organizar o encontro de Xamoi, tendo como indicativo de data os últimos meses desse ano. Esse era um desejo que já vinha se manifestando ao longo das reuniões da Rede Solidária Popyguá, revelando a preocupação em manter viva a cultura Guarani no Sul do Brasil.
Cada representante das aldeias presentes fez um relato da situação das suas comunidades, em um importante momento de troca de informações, de compartilhar experiências, dificuldades e superações.
Cada aldeia, através de seus representantes fez também uma avaliação das atividades e indicou as prioridades para projetos.
Outro encaminhamento importante foi a decisão de organizar o encontro de Xamoi, tendo como indicativo de data os últimos meses desse ano. Esse era um desejo que já vinha se manifestando ao longo das reuniões da Rede Solidária Popyguá, revelando a preocupação em manter viva a cultura Guarani no Sul do Brasil.
Oficina de Teatro na Aldeia de Pinhalzinho
A oficina de teatro, realizada no dia 19 de março na aldeia de Pinhalzinho, município de Ipuaçu - SC, reuniu 23 pessoas: adolescentes e jovens da aldeia, jovens italianos (participantes do programa Jovens Solidários e estudantes), associados da Outro Olhar e representante da Funai - Chapecó.
A oficina foi de muitos jogos teatrais, usados para desenvolver a atenção, desenvoltura corporal, noção de espaço cênico, criatividade, construção de personagens, construção de cenas e improvisação.
As cenas de improvisação que encerraram a oficina no final da tarde foram um indício da capacidade criativa dos adolescentes e jovens da aldeia, que magnificamente trabalharam temas da sua realidade, transformando em arte fatos vivenciados no dia a dia.
A oficina foi de muitos jogos teatrais, usados para desenvolver a atenção, desenvoltura corporal, noção de espaço cênico, criatividade, construção de personagens, construção de cenas e improvisação.
As cenas de improvisação que encerraram a oficina no final da tarde foram um indício da capacidade criativa dos adolescentes e jovens da aldeia, que magnificamente trabalharam temas da sua realidade, transformando em arte fatos vivenciados no dia a dia.
Sandra König - associada Outro Olhar e Oficineira
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
Código de Ética dos Índios Norte-Americanos
Levante com o sol para orar.
Ore sozinho. Ore com frequência.
O Grande Espírito o escutará, se você ao menos falar.
Seja tolerante com aqueles que estão perdidos no caminho.
A ignorância, o convencimento, a raiva, o ciúme e a avareza originam-se de uma alma perdida.
Ore para que eles encontrem o caminho do Grande Espírito.
Procure conhecer-se, por si mesmo.
Não permita que outros façam seu caminho por você.
É sua estrada e somente sua.
Outros podem andar ao seu lado, mas ninguém pode andar por você.
Trate os convidados em seu lar com muita consideração.
Sirva-os o melhor alimento, a melhor cama
e trate-os com respeito e honra.
Não tome o que não é seu.
Contribuição do associado Jayme A. Peres
Assinar:
Postagens (Atom)