Somos a Associação de Cooperação Técnica para o Desenvolvimento Humano - Outro Olhar, fundada em 2008, a partir da ideologia e determinação de diversos profissionais de várias áreas do conhecimento com vasta experiência em projetos ligados ao terceiro setor.

Bem Vindos ao nosso Espaço!

sexta-feira, 9 de outubro de 2015

Quer seu um voluntário?

Pra você que pretende fazer algo diferente em sua vida, a  Associação Outro Olhar acaba de lançar o Programa de Voluntariado Outro Olhar. 

Uma boa oportunidade de preencher seu tempo vago e ainda conhecer e entender melhor a organização, seus colaboradores e a magia da cultura guarani. 


Não espere, movimente a sua vida, voluntariado é uma relação humana, rica e solidária!

Mais informações na página de projetos aqui mesmo no 

bloghttp://aoutroolhar.blogspot.com.br/p/projetos.html !

quinta-feira, 8 de outubro de 2015

Noite Cultural

Em comemoração a 9ª Primavera dos Museus a Casa de Cultura de Irati-PR realizou em 25 de setembro Noite Cultural sob a temática da cultura indígena. 
Em parceria com a Associação Outro Olhar os visitantes puderam apreciar a Mostra: Olhares para a Interação Cultural com sua bela fotografias e desenhos elaborados por jovens indígenas da etnia Guarani, que retrataram o dia a dia na sua comunidade.

Cultura e Arte se uniram numa bela noite chuvosa para celebrar a cultura indígena, com muita conversa sobre a questão indígena, musicas, vídeos e comidas típicas a base de mandioca e milho.


A beleza do artesanato indígena também pode ser contemplada com a mostra e feira do Tembiapo: Comércio de Óleos Essenciais e Artesanato, com seus lindos brincos, colares, cestarias, filtro dos sonhos, estatuetas de madeira, chocalhos e outros produtos.


Agradecemos a todos que compareceram ao evento e que demostraram a sua sensibilidade a causa indígena.

Por: Silmara Apª Walendorff

quinta-feira, 24 de setembro de 2015

9ª Primavera dos Museus: Museus e Memórias Indígenas

O Museu Municipal Visconde de Guarapuava, de Guarapuava está participando da 9ª Primavera dos Museus sob a temática Museus e Memórias Indígenas. Para comemorar a semana está expondo a Mostra de Cultura e Arte Guarani, organizada pela Outro Olhar e pela Rede Solidária Popyguá.
Dentro da mostra um destaque especial para a Mostra "A Boa Comida Guarani".
 Existem tantos sabores, cheiros, cores nas diversas comidas das diferentes famílias, regiões, países e culturas que, quando pelas andanças e aprendizados com a  'Nação Guarani' surgiu a ideia de conhecer, relembrar e experimentar a gastronomia dessa cultura, tão pouco conhecida.
Conversando aqui, ali, a ideia se transformou em ações. A ideia: descobrir as comidas indígenas guarani. A ação: encontrar as pessoas, conversar com elas, fazer as comidas e ainda filmar o preparo e tudo o mais que envolve.
Alguns meses de atividades nas aldeias conversando com as pessoas sobre 'comida', o que faziam, o que fazem, se era bom, se não é mais, porque; e aos poucos a conversa se tornando vontade de fazer para experimentar e também para mostrar, tentar convencer os mais jovens que segundo disseram, não querem mais essas comidas, gostam daquela comprada no supermercado.
Sem preconceitos, tem lugar para todos os gostos. Mas a vontade era grande de saber mais, conversa vai, conversa vem, lembra daqui, lembra dali e os alimentos foram sendo preparados, alguns mesmo desde a colheita ou caça até o produto final prontinho para comer. Uma comida lenta, com identidade e história, no bom estilo do 'slow food'.
Digo com sinceridade, os gostos descobertos e redescobertos nesses meses foram muitos e, na simplicidade, especiais, particulares e riquíssimos.
Essa vivência resultou nas fotos agora expostas, que trazem um pouco do ‘fazer alimentar’ e em pequenos vídeos, a qual batizamos de "A Boa Comida Guarani".
Visitem e apreciem!

quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Mostra Dialogada e Premiação Selo ODM 2015


Com grande alegria e satisfação no dia 20 de agosto de 2015, Jocelina Veríssimo representante do Tembiapo: Comércio de Óleos Essenciais e Artesanato Guarani e Silmara Apª Walendorff técnica da Outro Olhar, participaram do Congresso “As Conquistas dos ODM e os Desafios dos ODS” e da Mostra Dialogada de Projetos, organizada pelo SESI Paraná em Curitiba.
Na ocasião projetos de todo o Paraná desenvolvido por instituições que atuam em prol dos ODM - Objetivos de Desenvolvimento do Milênio, foram apresentados a fim de disseminar as boas práticas existentes em todo o estado.
Dois projetos foram apresentados pela Outro Olhar, sendo o Tembiapo e Tekoha Sustentável, o primeiro projeto visa a comercialização de artesanato e óleos essenciais produzidos por grupos organizados em 07 aldeias guaranis, com cerca de 45 produtores e artesãos, mais informações em www.tembiapo.com.br. Já o segundo projeto possibilitou a implementação de áreas de agrofloresta e reflorestamento em seis aldeias, bem como a realização de curso de formação para agentes ambientais e desenvolvimento aos participantes do projeto. Destacamos a preocupação com o meio ambiente e as atividades de sensibilização que abordaram a questão da reciclagem e a luta contra o desmatamento e queimadas nas aldeias.
O evento foi um grande momento para a disseminação de informações, troca de ideias, consolidação de parcerias entre organizações que atuam em prol dos ODM.
Para encerrar a Mostra Dialogada foi realizada a premiação do Selo ODM para 187 organizações do estado a nível governamental e da sociedade civil.
O Selo ODM visa reconhecer e divulgar trabalhos para o alcance dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM) realizados por instituições públicas municipais e estaduais, privadas e do terceiro setor no Estado do Paraná.

Parabéns a Outro Olhar que agora é uma das contempladas com o selo ODM 2015!

Equipe Outro Olhar

segunda-feira, 10 de agosto de 2015

A Boa Comida Guarani

Existem tantos sabores, cheiros, cores nas diversas comidas das diferentes famílias, regiões, países e culturas e ao participar, em Guarapuava-PR, de um evento denominado 'Festa das Nações' com diversos países representados com suas comidas e culturas senti falta da cultura indígena, não estava representada enquanto nação, nem nas apresentações culturais tampouco na gastronomia.
Me perguntei por que isso, não haveria nenhuma comida? Quase impossível, esse povo se alimentava, então deveria existir alguma coisa. Coloquei como um desafio, descobrir algumas comidas indígenas. Conversando aqui, ali, uma ideia e as ações. A ideia: descobrir comidas indígenas. A ação: encontrar as pessoas, conversar com elas e fazer as comidas e ainda filmar o preparo e tudo o mais que envolve.
Por questões de atribuições, não pude ter o privilégio de ir a campo, minhas colegas e as voluntárias que o fizeram. Passaram por alguns meses, nas atividades nas aldeias conversando com as pessoas sobre 'comida', o que faziam, o que fazem, se era bom, se não é mais, porque; e aos poucos a conversa se tornando vontade de fazer para experimentar e também para mostrar, tentar convencer os mais jovens que segundo disseram, não querem mais essas comidas, gostam daquela comprada no supermercado.Sem preconceitos, tem lugar para todos os gostos. Mas a vontade era grande de saber mais, conversa vai, conversa vem, lembra daqui, lembra dali e os alimentos foram sendo preparados, alguns mesmo desde a colheita ou caça até o produto final prontinho para comer. Uma comida lenta, com identidade e história, no bom estilo do 'slow food'.
Digo com sinceridade, os gostos descobertos e redescobertos nesses meses foram muitos e, na simplicidade, especiais, particulares e riquíssimos. Nos vídeos a seguir um pouco da experiência da Boa Comida Guarani.



Agradecemos a todas as pessoas das comunidades que se mobilizaram para preparar as comidas, tanto as que aparecem nos vídeos como as que preferiram não aparecer. A equipe da Outro Olhar envolvida e às voluntárias do Programa de Serviço Voluntário Europeu (Cristina, Beatrice e Duda) pelas filmagens, roteiros e edições.
por Sandra König

sexta-feira, 7 de agosto de 2015

III Encontro de Xamoĩ Kuery

O III Encontro de Xamoĩ da Rede Solidária Popyguá, aconteceu no dia 16 de julho de 2015 no Centro de Formação Juan Diego em Guarapuava-Pr, foi marcando pela fala dos Xamoĩ Kuery que representaram as comunidades integrantes da Rede Solidária Popyguá.
O encontro foi o segundo desta natureza no ano de 2015 tendo como apoiador a IAF - Fundação Interamericana, através do projeto Ambiente Inteiro: Terra Indígena da Cabeça aos Pés realizado e executado pela Outro Olhar juntamente com a Rede Solidária Popyguá.
A partir da realização dos encontros de Xamoĩ Kuery, nota-se um maior envolvimento e participação dos jovens nas atividades da Opy’i e da Rede Solidária Popyguá valorizando cada vez mais a cultura Guarani.  Da mesma forma observou-se entre as aldeias da Rede uma maior preocupação em manter as Opy’i em bom estado, construindo novas estruturas ou reformando, para melhorar acomodar a comunidade e visitantes, da mesma forma aconteceram encontros com cerimonias tradicionais como: o batismo da água e da erva mate e intercâmbios culturais entre as aldeias próximas com o viés de promover a cultura guarani.


A Magia e a Arte da Cultura Guarani

Durante o II Encontro Geral do projeto Nossa Aldeia: Nosso Ambiente, patrocinado pela Petrobras, foi também realizada a III Mostra de Cultura e Arte Guarani, que mais uma vez, trouxe alegria, cultura, solidariedade e força para a nação Guarani.
A Mostra de Corais foi o momento das comunidades apresentarem suas canções e suas danças, marcado também pela solidariedade entre as comunidades, como na junção de participantes de diferentes aldeias, para dar apoio àquelas que estavam em menor número, demostrando o espírito de cooperação entre a nação guarani.

O artesanato guarani marcou presença na Mostra de Artesanato, em que as artesãs e artesãos dos grupos produtivos puderam expor seus trabalhos, trocar experiências e comercializar seus produtos.

Outro grande momento do encontro foram os jogos e brincadeiras guaranis nos quais homens e mulheres, jovens, adultos, crianças puderam confraternizar e mostrar as suas habilidades em diferentes categorias: lança, arco e flecha, peteca, corrida de tora, zarabatana e luta/dança corporal.
No encerramento a orientação pela palavra dos xamoĩ kuery e a despedida dos grupos gratificada com instrumentos para os grupos das opy’i, incentivo para a vivência da cultura no dia a dia das comunidades.
No vídeo e nas fotos a seguir um pequeno resumo do que foi esta grande magia.